ASAFE Finance
A tesouraria fecha o mês, e o balancete sai pronto para o contador.
A tesouraria da igreja trabalha com três verdades ao mesmo tempo: o caderno do culto, o extrato do banco e a planilha que alguém montou há seis anos. No fim do mês, fechar significa fazer as três baterem — à mão.
Aí chega o contador e pede o balancete no formato dele. A tesouraria exporta, recorta, renomeia coluna, manda por e-mail e reza. Se alguém achar um comprovante depois, o trabalho todo volta.
E há a parte que ninguém gosta de dizer em voz alta: prestação de contas de igreja é assunto de confiança. Quanto mais o processo depende de uma pessoa e de um arquivo no computador dela, mais frágil ele é.
O que o Finance entrega hoje.
Cada item abaixo existe no sistema em produção. Nada de tela que ainda vai nascer.
- Receitas e despesas
- Lançamento por congregação, com o plano de contas da própria igreja.
- Conciliação bancária
- O que entrou na conta contra o que foi lançado — a diferença aparece, em vez de ser descoberta em dezembro.
- Balancete contábil
- O fechamento no formato que o contador espera receber.
- Plano de contas e códigos contábeis
- A estrutura de contas da igreja, com os códigos que a contabilidade usa.
- Controle de dizimistas
- O histórico de contribuição ligado à ficha do membro, sem segunda lista.
- Cadastro de fornecedores
- Quem a igreja paga, com o histórico de cada um.
Tesouraria
Tesoureiro e equipe financeira. Na prática, quem sente a diferença primeiro é quem hoje fica até tarde no fim do mês procurando um comprovante.
Nada aqui é ilha.
O cadastro que a secretaria faz é o mesmo que a tesouraria vê. Estes são os módulos que encostam neste:
Quer ver o Finance rodando?
Cada igreja entra acompanhada de perto. Uma conversa curta decide se faz sentido agora — e a demonstração é feita com a sua realidade, não com um roteiro pronto.