ASAFE Face
A identificação leva segundos — e o comprovante não pode ser perdido, porque não existe.
Todo sistema de ministério infantil do mercado para no mesmo lugar: QR Code e etiqueta impressa. Os dois dependem de um papel que alguém tem de guardar por uma hora e meia, e é exatamente isso que falha.
O reconhecimento facial resolve o problema pela raiz: a identificação está na pessoa. Mas ele traz junto uma responsabilidade que nenhum QR Code traz, e essa parte a gente trata na frente, não no rodapé do contrato.
O que o Face entrega hoje.
Cada item abaixo existe no sistema em produção. Nada de tela que ainda vai nascer.
- Cadastro facial com consentimento
- O cadastro da criança só existe com consentimento expresso do responsável legal, registrado no sistema.
- Identificação na entrada
- Quem chega é reconhecido em segundos, sem etiqueta e sem fila.
- Conferência na saída
- A criança só é liberada para um responsável reconhecido.
- Registro de entrega e retirada
- Quem entregou e quem retirou fica gravado — não é a memória de ninguém que responde depois.
- Alternativa sem biometria
- A igreja pode operar por código de retirada, sem cadastro facial nenhum.
Equipe de recepção do infantil
E, indiretamente, os pais — que são quem decide se confia. Por isso a política de dados é argumento de venda aqui, não letra miúda.
Nada aqui é ilha.
O cadastro que a secretaria faz é o mesmo que a tesouraria vê. Estes são os módulos que encostam neste:
Quer ver o Face rodando?
Cada igreja entra acompanhada de perto. Uma conversa curta decide se faz sentido agora — e a demonstração é feita com a sua realidade, não com um roteiro pronto.